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Métodos de tortura usados na Ditadura Militar

De acordo com pesquisas coordenadas pela Igreja Católica, foram encontrados documentos do regime militar brasileiro, que aconteceu de 1964 à 1985 e contabilizou – ainda que jamais nos documentos oficiais – milhares de mortes e destruição de núcleos familiares. Dentre os mais de cem tipos de tortura encontrados nesses documentos, dentre eles eletrocução, afogamento e o famoso ato de enfiar agulhas embaixos das unhas, não apenas as técnicas medievais mas também a frieza dos carrascos impressionava, já que as torturas podiam durar dias. Pra que você conheça algumas delas e pare de dizer que “a ditadura foi boa pro país”, aqui algumas coisas às quais muita gente – inocente, inclusive – era sujeita há algumas décadas atrás:

Pau-de-arara
pau de arara
Esse termo, que hoje é usado para falar sobre ônibus clandestinos, na verdade tem uma origem bastante nefasta. Usada desde a escravidão, essa técnica consistia em colocar uma pessoa presa pelos joelhos e pulsos numa barra de madeira ou ferro, a aproximadamente 20 centímetros do chão, uma posição que causa dores excruciantes. Pra melhorar, choques, chutes, queimaduras com cigarros e outros tipos de catalisadores de dor eram utilizados para traumatizar as vítimas.

Cadeira do Dragão
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Uma das mais temidas e dolorosas, consistia em colocar os presos nus em cadeiras de zinco, ligadas a terminais elétricos, que davam choques em qualquer superfície que estivesse em contato com o local. Haviam variações em que baldes eram colocados na cabeça ou agulhas condutoras em seus órgãos genitais, língua, seios e dedos, sempre para o mesmo efeito.

Soro da verdade
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O pentotal sódico provoca sonolência e reduz barreiras de inibição, sendo chamado, por isso, de “soro da verdade”. Entretanto, uma pessoa sob seu efeito também pode delirar ou até morrer, o que não fazia do método algo garantido – mas que mesmo assim fez muita gente se dar mal.

Geladeira
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Numa cela minúscula, os interrogados eram colocados pelados, impossibilitados de levantar. Enquanto isso, sistemas de refrigeração e aquecimento alternavam entre calor e frio excessivos, ao mesmo tempo que caixas de som reproduziam interminavelmente sons irritantes. A tortura podia durar dias, e é um dos motivos pelos quais, como você bem sabe, muita gente ficou doida depois de torturada.

Afogamento
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Depois de vedar as narinas da vítima, os torturadores enfiavam mangueiras em suas bocas, obrigando a ingestão de água e causando sufocamento. Outras variações incluem o uso de um pano molhado no rosto e até o arcaico método de enfiar a cabeça de alguém em um recipiente com água, como um balde ou piscina.

Agressão física
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Além desses, havia o famoso costume de simplesmente espancar os torturados, o que podia ser feito de maneira especializada, como através da técnica do “telefone”, que consiste em usar as mãos, em formato de concha, para bater nos ouvidos de alguém ao mesmo tempo, causando um baque que pode gerar surdez instantânea e permanente.


E não para por aí, não! Muitas vezes, quem quer ajudar acaba atrapalhando: é o caso dos médicos da antiguidade que, sem saber, acabavam também torturando seus pacientes!

Fonte: Fatos Desconhecidos

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