04/02/2016

Leia a carta assustadora que um canibal enviou a mãe de sua vítima

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Parece não fazer muito sentido, e realmente não faz. Mas um homem chamado Albert Fish em 25 de maio de 1928 assassinou e se alimentou de uma garota de apenas 10 anos, chamada Grace Budd. Pra piorar toda a situação 7 anos depois ele resolveu mandar uma carta a mãe da garota e explicar exatamente o que fez com ela.
Mas entenda melhor o caso: Albert Fish já era um assassino, pedófilo, masoquista e canibal (que currículo não?), e viu publicado em um jornal, um anúncio de um homem que procurava emprego em fazendas. Seu nome era Edward Budd, e por um motivo inexplicável Fish decidiu que iria assassina-lo. E exatamente com esse intuito Fish foi até a cada de Edward, conversou com seus pais, e se apresentou como alguém que estava interessado em empregar o rapaz.
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Porém, o que ele não esperava é que Edward tinha uma irmãzinha mais nova, Grace Budd de apenas 10 anos. Ao se deparar com a garota, ele decidiu que preferia mata-la no lugar do irmão. Então convenceu a sua mãe a deixa-la ir em uma festa de aniversário em sua casa. Isso é claro após ter ido algumas vezes na casa da família Budd, e ter dessa forma conquistado a sua confiança.
E agora, vocês já entenderam o que aconteceu não é mesmo? Infelizmente a garotinha jamais retornou, e sua família não fazia nenhuma ideia do que realmente poderia ter acontecido com ela. Mas 7 anos depois do ocorrido Fish resolveu mandar um carta a mãe de Grace, e narrar qual foi o triste fim da garota, o seu conteúdo é bem perturbador. Leia abaixo uma tradução da carta na íntegra.

Carta de Albert Fish

Querida Sra. Budd,
Em 1884 um amigo meu embarcou como trabalhador braçal de convés no navio Steamer Tacoma, o capitão John Davis. Eles velejaram de San Francisco para Hong Kong, na China. Quando chegaram lá, ele e dois outros homens foram para terra e ficaram bêbados. Quando voltaram, o navio tinha ido embora. Aqueles eram tempos de fome na China. Carne de qualquer tipo custava de 1 a 3 dólares a libra. Tão grande era o sofrimento entre os pobres que todas as crianças com menos de 12 anos foram vendidas como comida, para manter vivos os outros famintos. Um menino ou menina com menos de 14 anos definitivamente não estava seguro nas ruas. Você poderia ir a qualquer loja e pedir um bife, cortes de carne ou picadinho do corpo nu de um menino ou menina, que seria trazido exatamente a parte desejada por você, que seria cortada dele.
A parte de trás de meninos ou meninas é a mais doce parte do corpo e era vendida como costela de vitela, no preço mais alto.
John ficou lá tanto tempo que adquiriu gosto por carne humana. Quando voltou para Nova York, ele sequestrou dois meninos de 7 e 11 anos. Levou-os para sua casa, tirou a roupa dos dois e os amarrou nus no armário. Então queimou tudo deles. Inúmeras vezes, todo dia e noite, ele os espancou e os torturou para fazer com que sua carne ficasse boa e suculenta.
Primeiro ele matou o menino de 11 anos, porque ele tinha a bunda mais gorda e, é claro, mais carne nela. Cada parte do corpo foi cozida e comida, exceto a cabeça, os ossos e as tripas. Ele foi assado no forno (todo o seu lombo), fervido, grelhado, frito e refogado. O menino pequeno era o próximo, e tudo aconteceu da mesma maneira. Nessa época, eu estava morando no 409 na 100 Street, bem próximo a esse amigo. Ele me falou com tanta frequência como a carne humana era gostosa, que eu decidi prová-la.
No domingo 3 de junho de 1928 telefonei para vocês no 406 w 15 st. Trouxe-lhes um pote de queijo e morangos. Nós almoçamos. Grace sentou no meu colo e me beijou. Eu me convenci a comê-la (naquele momento), com a desculpa de levá-la a uma festa. Você disse sim, ela poderia ir a festa comigo. Eu a levei a uma casa vazia em Westchester que já tinha escolhido. Quando chegamos lá, disse a ela para ficar no quintal. Grace colheu flores selvagens. Eu subi as escadas e tirei toda a minha roupa. Sabia que, se não o fizesse, ficaria com o sangue dela nas roupas. Quando eu estava pronto, fui até a janela e a chamei. Então me escondi no armário até a menina entrar no quarto. Quando ela me viu completamente nu, começou a chorar e tentou correr escadas abaixo. Eu a agarrei e ela disse que ia contar para a mãe dela.
Tirei a roupa de Grace, deixando-a nua. Como ela chutou, mordeu e arranhou! Eu a asfixiei até a morte, então a cortei em pequenos pedaços para poder levar a carne para meus aposentos. Cozinhei e comi aquilo. Como era doce e saboroso seu pequeno lombo assado no forno. Levei nove dias para comer seu corpo inteiro. Eu não fodi a menina, embora pudesse tê-lo feito, se tivesse desejado. Grace morreu uma virgem.

Desfecho da história

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Apesar ter alegado na carta que não chegou a violentar a garota, fortes indícios mostram o contrario. Fish era um mentiroso compulsivo. O seu julgamento começou em 11 de março de 1935 e durou apenas 10 dias. Albert Fish foi condenado a morte pela cadeira elétrica. Pois apesar te ter tentado alegar insanidade, sua própria filha adotiva de 17 anos na época resolveu depor contra ele, e contou ao juiz que seu pai tentava penetra-los (todos os filhos) enquanto brincava com eles. O juiz não aceitou o pedido de comprovação de insanidade, e o fim dele foi exatamente esse que contamos. Morreu eletrocutado!

Um comentário:

  1. [...]E exatamente com esse intuito Fish foi até a "cada" de Edward[...] Errin alí ó :) Ps: Adoro o blog, preferia antes mas ainda está bom. :D

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